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A Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente apresenta o novo programa ambiental  É assim que se faz!

            O Programa tem como objetivo conscientizar a população em relação à destinação correta dos resíduos gerados pela atividade humana que podem ser reutilizados ou agregados em outros processos produtivos potencializando o seu ciclo de vida e, consequentemente, promovendo a preservação do meio ambiente.

            A educação ambiental é uma das principais características do programa, pois conscientizará os munícipes a não descartarem os resíduos em locais inadequados, esclarecendo sobre os impactos ambientais negativos que causam no solo, nas redes de esgoto, rios, lagos e mares.

            O Programa se dividirá em campanhas publicitárias específicas para diferentes tipos de resíduos como os destinados à coleta seletiva solidária, logística reversa e, nesta primeira etapa, o descarte correto do óleo de cozinha usado.

 

É assim que sefaz!

O descarte correto do óleo de cozinha usado

            O resíduo do óleo de cozinha gerado diariamente nos lares, indústrias e estabelecimentos comerciais, quando despejado diretamente no solo, nas águas dos rios e riachos, ou simplesmente em pias e ralos, gera graves danos ambientais.

            Um litrod e óleo de cozinha pode poluir certa de 20.000 litros de água, mas algumas estimativas dizem que um litro de óleo pode poluir até um milhão de litros de água. A poluição pelo óleo faz encarecer o tratamento da água em até 45%, além de agravar o efeito estufa, já que o contato da água poluída pelo óleo ao desembocar no mar gera uma reação química que libera gás metano, um componente muito mais poluente que o gás carbônico.

            O óleo de cozinha e a água são líquidos que não se misturam entre si e, por possuir uma densidade inferior à da água, o óleo posiciona-se sobre esta formando uma película capaz de causar problemas ambientais graves.A camada de óleo sobre a água prejudica a entrada de luz e de gás oxigênio interferindo no ecossistema aquático. No solo, dificulta a infiltração da água da chuva aumentando o risco de enchentes, além de poder alcançar o lençol freático poluindo-o, um problema sério para a cidade de Almirante Tamandaré que possui 77,44% do solo em cima de um importante manancial subterrâneo, o Aquífero Karst.

            Quando o óleo de cozinha é descartado diretamente no ralo de uma pia, durante seu trajeto na tubulação da rede de esgoto, acaba aderindo-se às paredes e ao reter partículas sólidas transforma-se em gordura, o que pode obstruir a passagem de água causando alagamentos no interior das residências e também nas ruas.

            Para combater este grave problema ambiental, foi firmado um Termo de Cooperação Técnica entre a Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré e a Empresa Ambiental Santos, que é pioneira no Paraná na coleta e reciclagem de óleo se gorduras vegetais descartados pela indústria alimentícia.

            Este Termo de Cooperação Técnica tem como abrangência a coleta, transporte e a destinação final ambientalmente correta de óleo de cozinha usado. Para tanto serão instalados pontos de entrega voluntária – PEV’s nos prédios públicos (Sede da Prefeitura, Centro Administrativo, Secretarias Municipais e Armazém da Família), nas Escolas Municipais e Centros Municipais de Educação Infantil- CMEI’s.


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Av. Emílio Johnson, 360 - 83501-000 - Almirante Tamandaré - PR | Última Atualização: 16/06/2018 às 13:29:52